Migrações e Comunicação na Era Planetária: Debates e Ações

Autores

Rosa Cabecinhas (coord.)
Centro de Estudos de Comunicação e Sociedade, Instituto de Ciências Sociais, Universidade do Minho, Braga, Portugal
https://orcid.org/0000-0002-1491-3420
Luiza Lins (coord.)
Centro de Estudos de Comunicação e Sociedade, Instituto de Ciências Sociais, Universidade do Minho, Braga, Portugal
https://orcid.org/0000-0002-6131-9264
Isabel Macedo (coord.)
Centro de Estudos de Comunicação e Sociedade, Instituto de Ciências Sociais, Universidade do Minho, Braga, Portugal
https://orcid.org/0000-0003-4107-3997

Palavras-chave:

migrações, comunicação, média, ativismo, decolonialidade

Sinopse

Este livro reúne um conjunto plural de estudos e reflexões críticas sobre migrações e comunicação, a partir de debates originados no congresso internacional “Migrações e Comunicação na Era Planetária: Debates e Ações”, realizado em Braga, em abril de 2025. Esta conferência marcou o termo do projeto MigraMediaActs, cujo objetivo foi promover um espaço para questionar, repensar e reconstruir percursos comunitários através da comunicação, num contexto planetário fragmentado e polarizado, marcado por profundas desigualdades. Ao longo de 15 capítulos, provenientes de trabalhos apresentados no congresso e submetidos a revisão por pares, esta coletânea reúne contributos de autores de diferentes áreas do saber e oriundos de diferentes geografias, abordando um vasto leque de temáticas, entre as quais se destacam: o debate sobre políticas migratórias, direitos humanos, os procedimentos de vigilância eletrónica nas fronteiras e perfilagem automatizada com auxílio da chamada inteligência artificial; as dinâmicas das plataformas digitais e o impacto dos sistemas automáticos de datificação; as representações das migrações e das pessoas migrantes em discursos jornalísticos; a participação e agência de pessoas migrantes e de outros grupos minorizados nos média, e outras questões relacionadas com a conectividade e o acesso de pessoas migrantes à informação no contexto digital, bem como com as disputas em torno dos discursos de ódio e da xenofobia. Numa perspetiva de valorização da diversidade linguística e cultural, cada capítulo desta obra é apresentado no idioma escolhido pelos seus autores. Ao integrar investigações empíricas e análises críticas, este livro afirma-se não apenas como uma coletânea temática, mas também como um gesto político que questiona quem tem direito à palavra, quem é escutado e quem conta apenas como estatística. Deste modo, evidencia-se o papel da comunicação tanto na reprodução de hierarquias coloniais e desigualdades, quanto na criação de espaços de resistência e na produção de contranarrativas.

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Biografias Autor

Rosa Cabecinhas, Centro de Estudos de Comunicação e Sociedade, Instituto de Ciências Sociais, Universidade do Minho, Braga, Portugal

Rosa Cabecinhas (Bajouca, 1965) teve a sua primeira experiência migratória aos cinco anos de idade, quando foi “a salto” para França, acontecimento que despertou o seu interesse pela comunicação intercultural. É licenciada em Psicologia, mestre em Psicologia Social, doutorada e agregada em Ciências da Comunicação. É docente do Departamento de Ciências da Comunicação e investigadora do Centro de Estudos de Comunicação e Sociedade no Instituto de Ciências Sociais, Universidade do Minho, tendo dirigido o mestrado em Ciências da Comunicação e o doutoramento em Estudos Culturais. Foi professora visitante em várias universidades na Europa, África, Américas, Ásia e Oceânia. Tem desenvolvido investigação de natureza interdisciplinar, articulando as áreas da comunicação intercultural, média, memória social, migrações e diversidade. Coordenou o projeto Migrações, média e ativismos em língua portuguesa: descolonizar paisagens mediáticas e imaginar futuros alternativos (FCT), sendo atualmente coordenadora do grupo de Comunicação no projeto europeu CONCILIARE - Confidently Changing Colonial Heritage (Horizonte Europa).

Luiza Lins, Centro de Estudos de Comunicação e Sociedade, Instituto de Ciências Sociais, Universidade do Minho, Braga, Portugal

Luiza Lins é investigadora colaboradora no Centro de Estudos de Comunicação e Sociedade (CECS), Instituto de Ciências Sociais, Universidade do Minho. Foi bolseira de pós-doutoramento no CECS entre 2022 e 2025, no âmbito do projeto MigraMediaActs – Migrações, Media e Ativismos em Língua Portuguesa: Descolonizar Paisagens Mediáticas e Imaginar Futuros Alternativos (PTDC/COM–CSS/3121/2021), financiado pela Fundação para a Ciência e a Tecnologia (FCT), e é atualmente colaboradora da equipa da Universidade do Minho no projeto europeu CONCILIARE – Confidently Changing Colonial Heritage (Horizon Europe, 2024–2027). É doutorada em Psicologia Social (2022) pela Universidade Federal da Paraíba (Brasil), tendo realizado o seu estágio doutoral na Universidade Complutense de Madrid (Espanha), e possui igualmente licenciatura e mestrado em Psicologia pela Universidade Federal de Sergipe (Brasil). A sua investigação recente centra-se em memória social, migrações e comunicação intercultural, com especial atenção às representações sociais do passado colonial, temas sobre os quais publicou capítulos de livros e artigos em revistas nacionais e internacionais nos últimos anos.

Isabel Macedo, Centro de Estudos de Comunicação e Sociedade, Instituto de Ciências Sociais, Universidade do Minho, Braga, Portugal

Isabel Macedo é doutorada em Estudos Culturais pela Universidade do Minho e pela Universidade de Aveiro, na área da Comunicação e Cultura, com investigação sobre migrações, memória cultural e representações identitárias no cinema. É professora auxiliar no Departamento de Ciências da Comunicação da Universidade do Minho e investigadora integrada no Centro de Estudos de Comunicação e Sociedade. Integrou o projeto Migrações, Media e Ativismos em Língua Portuguesa: Descolonizar Paisagens Mediáticas e Imaginar Futuros Alternativos (Fundação para a Ciência e a Tecnologia, 2022–2025) e é atualmente membro do projeto europeu CONCILIARE — Confidently Changing Colonial Heritage (Horizonte Europa). É membro-fundadora da Associação Internacional de Pesquisadores das Culturas, onde exerce as funções de vice-presidente para a comunicação. Foi diretora da Revista Lusófona de Estudos Culturais (2022–2025) e é atualmente diretora do Museu Virtual da Lusofonia. A sua investigação centra-se nos estudos culturais, cultura visual, media, migrações e memória.

Isabel Estrada Carvalhais, Escola de Economia, Gestão e Ciência Política, Universidade do Minho, Portugal

Isabel Estrada Carvalhais possui doutoramento em Sociologia pela University of Warwick, mestrado em Sociologia pela Universidade de Coimbra e licenciatura em Relações Internacionais pela Universidade do Minho. É professora associada com com agregação na Universidade do Minho, onde leciona disciplinas nas áreas de ciência política e relações internacionais. É investigadora no Centro de Investigação em Ciência Política, dirige o mestrado em Relações Internacionais e é diretora do Departamento de Ciência Política da Escola de Economia, Gestão e Ciência Política da Universidade do Minho. É autora de diversos artigos científicos, relatórios, livros e capítulos de livros, com especial enfoque na inclusão política de imigrantes e cidadãos de origem migrante em Portugal, cidadania, identidades e nacionalidade, e cidadania política com perspetiva de género. Entre 2019 e 2024, exerceu funções como deputada eleita no Parlamento Europeu. Em 2024, foi distinguida com a medalha de prata de mérito da cidade de Braga.

Susana de Andrés, Grupo de Investigación en Comunicación Audiovisual e Hipermedia, Facultad de Ciencias Sociales, Jurídicas y de la Comunicación, Universidad de Valladolid, Valladolid, Espanha

Susana de Andrés é professora de Ética da Comunicação e diretora do Grupo de Investigação em Comunicação Audiovisual e Hipermédia (GIR GICAVH) da Universidad de Valladolid. É membro da Cátedra de Estudos de Género e integra a comissão académica do mestrado em Estudos Feministas e Intervenção para a Igualdade da mesma universidade.

Manuel Chaparro, Laboratorio COMandalucía, Facultad de Ciencias de la Comunicación, Universidad de Málaga, Málaga, Espanha

Manuel Chaparro é jornalista e professor catedrático na Universidad de Málaga. Dirige o grupo de investigação LAB.COM.Andalucía. A sua investigação centra-se em políticas públicas, comunicação, pós-desenvolvimento e decolonialidade, bem como em cooperação internacional. É autor de diversas monografias, entre as quais Claves para repensar los medios y el mundo que habitamos. La distopía del desarrollo (Desde Abajo, 2015) e Comunicación Radical: despatriarcalizar, decolonizar y ecologizar la cultura mediática (Gedisa, 2022), em coautoria com Susana de Andrés.

Lidia Peralta, Departamento de Información y Comunicación, Facultad de Comunicación y Documentación, Universidad de Granada, Granada, Espanha

Lidia Peralta é professora catedrática na Facultad de Comunicación y Documentación, da Universidad de Murcia, na área de comunicação audiovisual, onde leciona disciplinas como teoria e análise do discurso audiovisual, design e direção de produção, e criação e difusão de novos conteúdos digitais. Leciona também no mestrado em Novos Media Interativos e Jornalismo Multimédia e no mestrado em Informação e Comunicação Científica desta faculdade. Integra o grupo de investigação LAB.COM.Andalucía, da Universidad de Málaga, onde codirige atualmente o projeto Indicador de Responsabilidade Mediática para a Comunicação da Transição Ecosocial. As suas linhas de investigação abordam temáticas de justiça social e ambiental. É autora do livro Narrativas Cinematográficas ante la Transición Ecosocial: Del Cine Diagnóstico al Cine Antídoto (2025). Foi professora convidada na Beijing Foreign Studies University e na Arab Academy do Cairo e Alexandria, e realizou estadas de docência e investigação em Taiwan, Itália, Grécia e Marrocos, entre outros países. É realizadora de documentários.

Alice Balbé, Centro de Estudos de Comunicação e Sociedade, Instituto de Ciências Sociais, Universidade do Minho, Braga, Portugal/Laboratório de Comunicação Climática, Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Porto Alegre, Brasil

Alice Balbé é doutorada em Ciências da Comunicação pela Universidade do Minho, com a tese Representação das Alterações Climáticas nas Redes Sociais Facebook e Twitter (2018), é mestre em Ciências da Comunicação, com especialização em Informação e Jornalismo, pela Universidade do Minho, e jornalista pela Universidade Franciscana. É investigadora no Centro de Estudos em Comunicação e Sociedade da Universidade do Minho, onde colabora com diferentes projetos sobre temas como género, racismo, representações sociais, ambiente, clima, redes sociais e a cobertura mediática. Também integra o Laboratório de Comunicação Climática da Universidade Federal do Rio Grande do Sul, no Brasil.

Antonio Carlos Fausto da Silva Júnior, Programa de Pós-Graduação em Comunicação Social, Faculdade de Filosofia e Ciências Humanas, Universidade Federal de Minas Gerais, Belo Horizonte, Brasil

Antonio Carlos Fausto da Silva Júnior é doutor em Comunicação Social (2024) pelo Programa de Pós-Graduação em Comunicação Social da Universidade Federal de Minas Gerais, onde também fez residência pós-doutoral entre 2024 e 2025. Mestre em Ciências da Comunicação (2015) pelo Programa de Pós-Graduação Comunicação, Cultura e Amazônia, da Universidade Federal do Pará. Jornalista profissional (2008), graduado pela Universidade Federal do Pará. Foi bolsista pelo Programa de Capacitação Institucional (PCI/CNPq/MCTI) do Museu Paraense Emílio Goeldi, com atuação no Serviço de Comunicação Social e no Núcleo Editorial. Integrante do Insurgente: Grupo de Pesquisa em Comunicação, Redes Textuais e Relações de Poder/Saber, certificado pelo Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico. Desenvolve pesquisas sobre comunicação e colonialidades do ser, do saber e do poder, comunicação e dinâmicas de outrificação, teorias e metodologias da comunicação, narrativas jornalísticas, comunicação pública da ciência e Amazônia.

Carlos Alberto de Carvalho, Programa de Pós-Graduação em Comunicação Social, Faculdade de Filosofia e Ciências Humanas, Universidade Federal de Minas Gerais, Belo Horizonte, Brasil

Carlos Alberto de Carvalho é professor associado do curso de Comunicação Social da Universidade Federal de Minas Gerais, na graduação e no programa de pós-graduação. Graduado em Comunicação Social – Jornalismo (1990), mestre (2000) e doutor (2010) em Comunicação Social pela Universidade Federal de Minas Gerais. Pós-doutorado pela Universidade do Minho, Portugal. Tem mantido colaborações regulares em parcerias nacionais e internacionais, por meio de projetos de pesquisa e intercâmbios. Coordena o Insurgente: Grupo de Pesquisa em Comunicação, Redes Textuais e Relações de Poder/Saber. Publicou artigos em periódicos, capítulos de livros e livros organizados, no Brasil e no exterior, e é autor dos livros Visibilidades Mediadas nas Narrativas Jornalísticas: A Cobertura da AIDS Pela Folha de S.Paulo de 1983 a 1987 (2009), Jornalismo, Homofobia e Relações de Gênero (2012) e O Jornalismo, Ator Social Colonizado e Colonizador (2023). Bolsista Produtividade CNPq - PQ 2.

Zahra Hosseini, Faculty of Social Science, University of Helsinki, Helsinki, Finlândia

Zahra Hosseini possui dois doutoramentos, em Tecnologia Educacional e em Média e Comunicação. Conta com mais de 30 anos de experiência em investigação e prática em design digital inclusivo e sistemas de informação com fundamentação pedagógica. O seu trabalho incide sobre o acesso à informação, a participação digital e o empreendedorismo entre migrantes e outros grupos em situação de vulnerabilidade na Finlândia. A sua investigação mais recente centra-se em serviços de informação assistidos por inteligência artificial, confiança e equidade em ecossistemas digitais.

Jessica Gustafsson, School of Culture and Education, Södertörn University, Huddinge, Suécia

Jessica Gustafsson possui doutorado em Estudos de Mídia e atualmente é professora sénior de estudos de comunicação social na Södertörn University. Realizou pesquisas extensivas sobre mídia e grupos marginalizados. Algumas de suas publicações mais importantes são Voicing the Slum: Youth, Community Media and Social Change in Nairobi, e Gender and Mobile Phone Usage in Kenyan Women’s Everyday Lives e Domestic Connectivity: Media, Gender and the Domestic Sphere in Kenya.

Júlia Afonso Lyra, Programa de Pós-Graduação em Comunicação e Cultura, Universidade Federal do Rio de Janeiro, Rio de Janeiro, Brasil

Júlia Afonso Lyra é doutoranda no Programa de Pós-Graduação em Comunicação e Cultura da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). Mestre em Comunicação pela Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) e Jornalista pela mesma instituição. É vinculada aos Grupos de Pesquisa Migrações, Mobilidades e Gestão Contemporânea de Populações, MIGRA-UFPE, e Diaspotics – UFRJ. Seus interesses de pesquisa se situam na interface entre o campo comunicacional e os estudos migratórios a partir da perspectiva da interculturalidade, com ênfase nas disputas e negociações por direitos, cidadania, pertencimento, igualdade e justiça social.

Dalvacir Xavier de Oliveira Andrade, Centro de Estudos de Comunicação e Sociedade, Instituto de Ciências Sociais, Universidade do Minho, Braga, Portugal

Dalvacir Xavier de Oliveira Andrade é doutora em Ciências da Comunicação pela Universidade do Minho. Investiga cultura digital, plataformização e trabalho digital, com foco nas dinâmicas sociotécnicas das plataformas e na criação de conteúdos (creator cultures e influencer studies). Trabalha a partir de uma perspetiva neomaterialista. É investigadora do LAB404 — Laboratório de Pesquisa em Mídia, Redes e Espaço, do Programa de Pós-Graduação em Comunicação e Cultura Contemporâneas, da Universidade Federal da Bahia. Tem experiência docente em comunicação, com atuação nos cursos de Publicidade e Marketing.

Carmen Beatriz Fernández, Gerencia Pública, Instituto de Estudios Superiores de Administración, Caracas, Venezuela/Global Affairs, Universidad de Navarra, Navarra, Espanha

Carmen Beatriz Fernández é especialista em Comunicação Política, com foco em ciberpolítica, desinformação e opinião pública. Possui doutoramento em Comunicação Pública pela Universidad de Navarra, mestrado em Ciência Política pela University of Florida e MBA pelo Institut d’Études Supérieures des Arts. É diretora executiva da DatastrategIA Consult, prestando assessoria a governos, organizações e campanhas políticas em todo o mundo. Tem vasta experiência docente em universidades na Europa e na América Latina, incluindo a Universidad de Navarra e a Pforzheim University. Liderou projetos de investigação financiados pela União Europeia e pela Agência dos Estados Unidos para o Desenvolvimento Internacional, e publicou extensivamente sobre narrativas digitais e comportamento político.

Daniel Montero, Maestría en Políticas Públicas, Instituto de Estudios Superiores de Administración, Caracas, Venezuela

Daniel Montero é consultor em comunicação política e relações públicas, especializado em estratégia digital, opinião pública e social listening. É licenciado em Direito e candidato a mestrado em Gestão Pública pelo Institut d’Études Supérieures des Arts, com experiência na assessoria a campanhas políticas, governos e organizações em toda a América Latina. O seu trabalho centra-se na análise baseada em dados, avaliação do contexto político e comunicação estratégica para apoiar a tomada de decisões em ambientes complexos.

Andrea Imaginario Bingre, Centro de Investigación en Ciencias Históricas, Universidad Autónoma de Lisboa, Lisboa, Portugal/Escuela de Artes, Universidad Central de Venezuela, Caracas, Venezuela

Andrea Imaginário Bingre é doutoranda em História na Universidade Autónoma de Lisboa, onde colabora com o Centro de Investigação em Ciências Históricas. É licenciada em Artes e possui mestrado em Literatura Comparada pela Universidad Central de Venezuela, instituição onde exerce funções como professora associada. Formou-se na Escuela de Música Lino Gallardo, em Caracas. Desenvolve a sua atividade na área das humanidades, com ênfase em artes, história cultural, estudos culturais, literatura comparada e música. A sua produção académica inclui livros, capítulos de livros, artigos em revistas especializadas e em meios de divulgação científica, bem como gravações musicais.

Leonardo Morais Lopes, Instituto de Ciências Sociais, Universidade do Minho, Braga, Portugal

Leonardo Morais Lopes é graduado em História pela Universidade Veiga de Almeida (Brasil). Foi investigador do Núcleo de Estudos de Carnavais e Festas (NESCAFE/UFRJ), dedicando-se à pesquisa sobre carnaval e manifestações festivas. Possui mais de vinte anos de atuação no carnaval carioca. Atualmente, é doutorando em Estudos Culturais pela Universidade do Minho (Portugal).

Lucas Novais, entro de Estudos de Comunicação e Sociedade, Instituto de Ciências Sociais, Universidade do Minho, Braga, Portugal

Lucas Novais é licenciado em Filosofia pela Universidade São Judas Tadeu (Brasil) e mestre em Antropologia Cultural pelo European Interdisciplinary Master in African Studies, realizado em consórcio entre a Universidade do Porto (Portugal), a Universität Bayreuth (Alemanha) e a Université Bordeaux Montaigne (França). É doutorando em Estudos Culturais pela Universidade do Minho (Portugal).

Daniela Monteiro, niversidade Aberta, Lisboa, Portugal/Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro, Vila Real, Portugal

Daniela Monteiro é doutorada em Serviço Social e professora auxiliar convidada na Universidade Aberta e na Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro. Os seus interesses de investigação incluem a formação e a pedagogia em serviço social, a intervenção social com populações em situação de vulnerabilidade social, os direitos humanos, a inclusão social e a cidadania global. Desenvolve, igualmente, investigação no domínio das experiências do tempo e das temporalidades, com particular enfoque nos processos de aceleração, espera e suspensão.

Emília Araújo, Centro de Estudos de Comunicação e Sociedade, Instituto de Ciências Sociais, Universidade do Minho, Braga, Portugal

Emília Araújo é doutorada em Sociologia. É professora associada com agregação na Universidade do Minho. Foi representante do Instituto de Ciências Sociais no Colégio Doutoral da Universidade do Minho. Desenvolve investigação nas áreas do tempo, dos estudos sociais da ciência e da tecnologia, da cultura, das mobilidades e do género, participando em diversas redes internacionais de investigação dedicadas aqueles temas.

Lucas Arantes Zanetti, Programa de Pós-graduação em Comunicação e Práticas de Consumo, Escola Superior de Propaganda e Marketing, São Paulo, Brasil

Lucas Arantes Zanetti é pesquisador de pós-doutorado na Escola Superior de Propaganda e Marketing (São Paulo, Brasil), com bolsa do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico. Doutor em Comunicação pela Universidade Estadual Paulista. Membro do grupo de pesquisa Deslocar – Interculturalidade, Cidadania, Comunicação e Consumo.

Denise Cogo, Programa de Pós-graduação em Comunicação e Práticas de Consumo, Escola Superior de Propaganda e Marketing, São Paulo, Brasil

Denise Cogo é professora da Escola Superior de Propaganda e Marketing (São Paulo, Brasil). Coordenadora do grupo de pesquisa Deslocar – Interculturalidade, Cidadania, Comunicação e Consumo. Pesquisadora de produtividade 1C do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico e pesquisadora associada do InCom–UAB.

Gabriel Benguela, Instituto de Estudos Avançados em Ciências, Engenharias e Tecnologias,Academia de Ciências Sociais e Tecnologias/Departamento de Ensino e Investigação de Ciências Básicas e Multidisciplinares, Faculdade de Serviço Social, Universidade de Luanda, Angola

Gabriel Luciano Maria Benguela é doutor em Ciências da Comunicação pelo Instituto Superior de Ciências Sociais e Políticas da Universidade de Lisboa. Mestre em Governação e Gestão Pública pela Faculdade de Direito da Universidade Agostinho Neto e licenciado com distinção em Jornalismo pela Faculdade de Filologia e Jornalismo, da Universidade Federal do Sul da Rússia. Atualmente, é professor da Faculdade de Serviço Social da Universidade de Luanda e da Academia de Ciências Sociais e Tecnologias. É investigador convidado do Instituto Superior de Ciências Sociais e Políticas da Universidade de Lisboa, e é membro da Sociedade Portuguesa de Comunicação desde 2020, fazendo parte dos grupos de trabalho de Comunicação – Política e Jornalismo e Sociedade.

Raissa Baroni, Department of Foreign Languages, Literatures and Modern Cultures, Doctoral School Cultural Heritage and Historical–Artistic, Audiovisual and Multimedia Production, University of Turin, Turin, Itália

Raissa Baroni é doutoranda em Património Cultural e Produção Audiovisual na Università di Torino. É membro do conselho do Centro de Modernismos Comparativos, em Turim, onde coordena a equipa editorial da revista científica CoSMo | Comparative Studies in Modernism. O seu trabalho académico foi publicado pela Edizioni ETS (Attraversare le Migrazioni) e pela Vecchiarelli Editore (Lo Sguardo del Cinema Italiano Sulla Crisi dei Migranti), entre outras publicações académicas. Em 2019, recebeu o prémio Best Graduates pela sua dissertação de mestrado. A sua investigação de doutoramento, intitulada “Migrant Mediascapes”, explora as dimensões simbólicas e imaginárias do cinema sobre migrações enquanto meio de compreensão intercultural.

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Publicado

15 abril 2026

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